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1. Como você recebeu a notícia
de que o Timo Tolkki tinha te escolhido para ser o vocalista do
Revolution Renaissance? Você o conhecia antes disso? Conte
um pouco dessa história.
Fiquei muito feliz, pois foi o ponto mais alto na minha história
na música. Sempre vislumbrei tocar com uma banda desse
nivel, com uma estrutura bacana. Conhecia Timo como artista, um
pouco de sua obra, alguns hits do Stratovarius e sabia que ele
era um grande músico e compositor. Eu estava em Los Angeles
gravando o novo disco do Takara em maio quando Timo anunciou a
minha integração à banda. Foi muito legal
estar do outro lado do mundo gravando com super músicos
e saber que estava prestes a integrar outra banda de músicos
incríveis que vai ser a maior banda da minha carreira.
2.
Cada um da banda mora em um país diferente, afinal onde
fica a "sede" do Revolution Renaissance atualmente?
A base da Revolution Renaissance é o planeta Terra.
3.
Quais as suas principais influências musicais?
Kiss, AC/DC, Led Zeppelin, Scorpions, Beatles, Butch Walker, Dio,
Badlands, Thin Lizzy, UFO, King's X, etc
4.
Por onde vocês tem tocado como tem sido a repercussão
dos fãs?
A primeira tour da banda será no mês de Dezembro
e deve passar por toda a América do Sul e México.
Estamos muito motivados e impacientes para começar essa
trajetória pelo globo começando pelo meu pais de
origem.
Passei 4 anos cantando com o Adagio e uma fonte de grande frustração
foi ter tocado na África, América do Norte e por
toda a Europa e não ter tido a oportunidade de tocar no
Brasil, que ainda por cima, tem o melhor público heavy
metal do mundo :-)
5. Como o primeiro álbum do Revolution Renaissance
contou com a participação de cantores conhecidos
como Michael Kiske e Tobias Sammet as pessoas tem feito comparações
do seu jeito de cantar com eles, ou isso não tem acontecido?
Eu tenho minha identidade e Timo me escolheu para a banda por
esses motivos, pela minha versatilidade e pelo meu alcance vocal.
Sammet e eu somos basicamente da mesma idade e temos muitas influências
em comum e Kiske era um dos meus cantores prediletos na minha
adolescência e me influenciou. Acho fantástico o
trabalho deles no disco e tento fazer um trabalho diferente, mas
tão bom quanto. São artistas fantásticos.
6.
A banda já tem projetos para um novo álbum dessa
vez com você nos vocais? Para quando?
Ainda não temos uma data precisa, estamos cuidando de alguns
aspectos do "business" da banda e qeremos ter as melhores
canções, sem pressa. Tendo dito isso, já
temos várias músicas escritas que são maravilhosas.
Estou muito feliz com o direccionamento musical da banda. Apesar
de Timo ser o principal compositor do Stratovarius, o RR soa mais
pesado e moderno a meu ver, com vocalistas completamente diferentes
e outros músicos. Me acho mais próximo a Sammet
e Kiske do que a Kotipelto.
7.
O que você espera da turnê da banda pela América
do Sul que está marcada para dezembro desse ano?
Espero ver todo mundo nos shows e fazer apresentações
inesquecíveis. Somos uma nova banda com muito a dar às
pessoas e espero que tenhamos uma longa carreira.
8.
Se quiser, pode deixar um recado para os fãs do Brasil.
Falo para os músicos que amam fazer metal, aos meninos
que aprendem a tocar seus instrumentos e às pessoas que
ouvem falar que seus sonhos são impossíveis de serem
realizados: PROSSIGAM. Grandes realizações envolvem
grandes desafios. Há sempre um grande preço a ser
pago. Viver de música é uma grande alegria que custa
muito caro. Mas, pode acontecer...
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