MATÉRIAS
  Últimas Notícias
  Bandas de A a Z
  Cobertura de Shows
  Entrevistas
  CD's & DVD's
  Matérias/Colunistas
  Internacionais
  Nacionais
  Cadastre seu evento
  Rádio Web
  Comunidade Orkut
  Fórum de Debate
  Promoções
  Enquete
  Fontes True Types
  Multimídia
  Equipe
  Parcerias
  Deixe Recado
  Anúncie no site
:: Publicidade ::
Hellion Records
 Matéria

abril/2006
Yanni: Quando a New Age esbarra com o Rock Progressivo.
Por: Bruno Duarte
 
Famoso por gravar discos em locais exóticos, como o Taj Mahal na Índia, o Partenon na Grécia e a Cidade Proibida da China, o pianista grego Yanni, vem cada vez mais se consolidando entre os grandes expoentes da música instrumental mundial. Os CDs do músico seguem a linha New Age, um estilo de som para relaxamento e meditação, mas o clima “zen” as vezes é cortado por diversas referências do rock progressivo.

Com um trabalho que busca elementos de músicas regionais de todos os cantos do planeta, misturado com orquestras sinfônicas, Yanni, atingiu o topo em 1994, quando conseguiu vender sete milhões de cópias do seu famoso disco ao vivo, Live At the Acropolis, no Paternon grego. O CD rendeu-lhe 35 discos de platina e ouro. Já o vídeo de Acropolis, tornou-se o segundo musical mais vendido de todos os tempos.

Para a mídia, Yanni é um gênio quando o assunto é show e a prova disso é Tribute, o segundo trabalho ao vivo do tecladista. Considerada uma das maiores produções musicais do planeta, Tribute é o resultado de dois shows, um no Taj Mahal da Índia e o outro na Cidade Proibida da China. Para conseguir esse feito, Yanni precisou investir milhões de dólares e rezar bastante, já que o governo chinês não estava aceitando artistas ocidentais, devido a política. O artista quebrou essa regra e conseguiu levar a sua música para um dos maiores monumentos arquiteturais do país.

Tribute contou com um público de 250 milhões de pessoas e ainda teve momentos memoráveis, como por exemplo o duelo de saxofone do venezuelano Pedro Eustache com a violinista nova iorquina Karen Briggs, na música Renegade e os duetos de teclados, de Yanni com o músico de Taiwan, Ming Freeman, em Waltz in 7/8, que deixaria o tecladista Rick Wakeman, do Yes, de boca aberta.

Apesar de muitos elementos progressivos, a mensagem de paz da New Age tem que estar presente e a prova disso é o seu último trabalho, o conceitual Ethnicity. O disco procura mostrar uma imagem globalizada, sem preconceitos, onde todas as raças, povos e nações são iguais. De acordo com Yanni, todos os gêneros culturais do planeta estão presente neste album, que traz um grande “colorido étnico”, mostrando a cor e a beleza de uma sociedade multicultural.



www.universodorock.com


VANILLA NINJA
RockStarz
Cadastre-se e receba por email nossas News
digite seu nome:
digite seu e-mail:

JORN LANDE

Live in America

DEATH ANGEL

Killing Season

MARDUK

Blood Puke Salvation